Jornalismo e mídias sociais

“O futuro dos jornais está nas mídias sociais”. Esse foi o título de um texto que me chamou bastante atenção. Nele, o autor Rafael Campion fala sobre o papel das redes sociais na distribuição do conteúdo e manutenção/aumento da audiência dos veículos de comunicação impressos. O cenário já é comum observando a grande audiência de empresas de mídia nas redes sociais e o foco digital dessas mesmas empresas.

Segundo Rafael, a razão para o fenômeno é “o próprio comportamento das pessoas de ler notícias, que está voltando cada vez mais para as redes sociais. Muita gente descobre o que está acontecendo com o mundo no Feed de Notícias do Facebook.”.

De um modo geral, o usuário/leitor mudou a forma de absorver a quantidade de informações que chegam até ele diariamente e, principalmente, se tornou o sujeito dessa relação. Agora, ele detém o poder de escolher quais assuntos lhe interessam. Como consequência, temos maior compartilhamentos de informações não só nas redes sociais virtuais, mas também no chamado boca a boca.

A maneira como o conteúdo está sendo distribuído alterou em cheio o comportamento dos profissionais envolvidos no processo. Ou é para ter alterado.

Há alguns dias, eu fui conversar com grupo de estudantes sobre o uso das mídias sociais na pesquisa de pautas e fontes. Entre muitas coisas ditas, uma bem importante foi sobre como o profissional de comunicação precisa se reinventar/adaptar às novas ferramentas de compartilhamento da informação, que consequentemente muda a forma de produção desse conteúdo.

Nesse contexto, para jornalistas interessa saber que:

  • prevalece a integração de entre as diferentes mídias;
  • o conteúdo deve ser destinado aos diferentes canais online;
  • o conteúdo deve estar alinhado as necessidades do leitor;
  • as redes sociais devem ser encaradas como novas ferramentas de trabalho;
  • os profissionais devem estar inseridos em diversos campos.

Se as publicações estão se adaptando ao novo cenário, os profissionais de comunicação também precisam se reinventar.

Foca no usuário!

A indústria de search de olho nos melhores resultados nas SERPS, mas focada no usuário. Esse é o resumo da ópera do Search Masters Brasil 2012, que aconteceu nos dias 09 e 10 de agosto, no Rio de Janeiro.

Muitas informações, dicas, processos, cases e o que mais vocês quiserem foi passado e duas coisas me marcaram neste evento:

E quem estava no Search Masters não vai esquecer essa imagem nunca na vida!

A primeira é que não se acredita em tudo que falam! Estratégias dependem de objetivos e, na real, cada um tem o seu, logo… [Isso claramente não serve só para SEO, mas para a vida!]

A segunda coisa mais importante é que o foco deve ser sempre o usuário. Com toda certeza, a expressão mais pronunciada durante os dois dias de evento foi “foca no usuário”. Se para o todo poderoso Google o usuário é quem realmente importa, por que para você não há de ser?!

Eu, simplesmente, assistir a todas as palestras. Falando de técnicas, planejamento, para clientes grandes, médios e pequenos, para vender conteúdo ou produtos, fiquei surpresa como os palestrantes se colocaram diante do desafio maior que é proporcionar, não mais que, a melhor experiência para o usuário.

# Apresentações

No twitter utilizem a hastag #smasters e localizem as apresentações. Não consegui o link direto para as tais.

# O Search Master na rede

 

#Resumos das palestras

http://www.wsiconsultoria.com/palestras-do-search-master-brasil-2012

http://goomarkpublicidade.com.br/blog/resumo-do-search-masters-brasil/

http://www.enlinkbuilding.com.br/blog/dicas-do-search-masters-brasil/

http://www.escoladinheiro.com/2012/08/16/search-masters-brasil-resumo-alargado/

# Google no Brasil

O Google domina praticamente 90% do segmento. Dados da consultoria Predicta apontam que 88,9% das buscas orgânicas (não patrocinadas) foram feitas pelo site em junho, um crescimento de 1,3 ponto percentual em relação a maio.

Enquanto isso, os principais concorrentes internacionais permanecem praticamente empatados. A Microsoft teve 3,7% das buscas, contra 3,6% do Yahoo!. Sites nacionais de buscas ficaram com 3,1% do mercado.

A tendência de crescimento do Google no Brasil está na contramão do que ocorre nos Estados Unidos. De acordo com outra consultoria, a comScore, Yahoo! e Microsoft ganharam espaço no segmento em junho, enquanto o Google ficou com uma fatia menor, apesar de ainda ser dono da maior parte do mercado.

A Microsoft vê a proposta de compra do Yahoo!, que já se arrasta desde fevereiro, como uma chance de fazer frente ao Google no mercado de buscas, que, com o sistema de links patrocinados, fica com grande parte do investimento em publicidade na internet. Sozinho, o Google tem uma participação no mercado de buscas –responsável por metade de seu faturamento– maior que todos os seus concorrentes juntos nos Estados Unidos e no Brasil.

Fonte: Folha Online

As eleições e as mídias sociais

Parece que os canditados aos cargos públicos municipais resolveram apostar [para o bem ou para o mal] nas ações de campanha também na internet. No Maranhão, dados do Censo Demográfico 2010, divulgados pelo IBGE, apontam a capital maranhense como a 23ª colocada em número de domicílios com acesso à internet entre as demais capitais do país. Com 27,92 % dos domicílios conectados, ficando o estado em último lugar.

Porém, os candidatos tem utilizado as redes sociais para mobilização de eleitorado e por enquanto tem servido para convocar a militância a participar das atividades de rua. Vamos considerar isso uma integração on/off.

Só que eu não vou entrar no mérito da questão de usar ou não as redes sociais para divulgar planos de governo e mandatos, hoje é para deixar aos assessores e profissionais que cuidam do posicionamento de candidatos na internet um material super bacana do Scup desvendando os macetes para interagir com os eleitores no meio virtual, monitorar o que as pessoas falam nas mídias sociais e como medir o sucesso de uma campanha na internet.

Trata-se do ebook Um guia prático de como planejar uma campanha eleitoral 2.0 e fazer monitoramento político.

As 45 páginas trazem:

> Como definir a presença online do candidato
> O que considerar na formação da equipe de uma campanha online
> Como monitorar as mídias sociais
> Como o político deve se relacionar com os usuários nas mídias sociais
> Como medir o sucesso de uma campanha on-line

Aproveitem o material!

Skol entra no ranking das marcas mais engajadas do mundo

Considerando que a taxa de engajamento uma das métricas mais agéis para medir o desempenho de uma marca nas redes sociais, o Socialbaker divulgou um relatório com as marcas que mais engajam no mundo. A brasileira Skol foi apontada como a terceira marca mais engajada do mundo.

O ranking feito pelo Socialbakers traz um estudo detalhado que leva em conta a interação dos fãs com as marcas, posts, velocidade em resposta etc.

A marca é referência na atuação digital e faz parte da vida de seus consumidores de forma constante e colaborativa. Atualmente, a fan page de Skol no Facebook possui 6 milhões de fãs. Segue o infografico com todas as informações, inclusive o cálculo usado para chegar a lista.

Mundo jornalístico vira jogo no ‪Facebook‬

 

A ideia é de uma startup holandesa que pretende preencher o mundo virtual com comunicação real e fingir correspondentes. Detalhe: as notícias podem vir a ser pagas! A notícia foi publicada no final de junho pelo Nieman Jornalism Lab, um projeto da Fundação Nieman em Harvard.

Já em desenvolvimento, a lógica do NewsGame é que os jogadores, que podem ser jornalistas de verdade ou não, assumam o papel de correspondentes estrangeiros.” Você tem que criar suas habilidades, sua personalidade, você viaja o mundo virtual como um jornalista”, disse Thomas Loudon, CEO da Movimento VJ.

Ainda segundo Loudon, os jogadores vão encontrar os mesmos problemas que os jornalistas da vida real encontram. O objetivo é que depois de encarar os desafios, os jornalistas virtuais lançaram histórias sobre os acontecimentos.

Thomas Loudon está trabalhando com a rede, já existente, de 300 jornalistas em mais de 100 países. Os jornalistas são pagos 750 € para produzir uma reportagem em vídeo ou € 150 para um editorial. (As taxas estão sendo ajustados para refletir as tabelas salariais em diferentes países).

#geração de negócios

NewsGame será gratuito e deve funcionar no estilo do famoso FarmVille, onde é possível comprar recursos para continuar o jogo. O que significa que o jogo, para além de rendimento do anúncio, irá pagar para a produção do jornalismo.

“O modelo de negócio de jogo que funciona muito bem no momento é aquele que permite você vender bens virtuais ou créditos virtuais”, disse Loudon, que admite está em busca de parceria com empresas e câmeras fotográfica, companhias aéreas e até jornais da vida real.

Segundo o CEO da startup holandesa, o NewsGame não é apenas um jogo. “Tudo vai ser baseado em experiências reais de correspondentes. Estamos recolhendo informações, tanto quanto possível, de correspondentes para criar o jogo. A razão pela qual as pessoas iriam jogar é, basicamente, participar da aventura”, disse.

Vamos acompanhar para ver o que será esse mundo jornalístico virtual! Eu estou curiosa. E você?

Marcas, perfis e FanPages

Eu fico doente com essas empresas que ainda insistem nos perfis. Que custa fazer uma fan page?

Bom, há um tempo eu tenho me deparado com perfis de empresas/marcas, inclusive conhecidas e bem posicionadas no mercado em que atuam, no Facebook. E sempre que isso ocorre, eu me pergunto qual é o motivo? Falta de orientação, desinformação?

Daí, dias atrás, externei o pensamento acima em meu perfil do Facebook, que acabou desencadeando outras opiniões e então resolvi escrever sobre o assunto ‘polêmico’: Empresas devem ter perfil ou fanpage?

Vamos lá. Você tem uma empresa ou é um profissional de social media e quer marcar presença do cliente no Facebook. Para você chegar nesse ponto, presumo que você já pensou direitinho se a tal rede é realmente uma rede social adequada para o negócio e blá, blá, blá e blá. Sendo assim, vamos às justificativas.

Num post sobre o mesmo assunto, a Raquel Camargo escreve o seguinte:

A relação de um perfil do Facebook com o de outro usuário é a de AMIZADE.
O significado do substantivo masculino amigo, nesse sentido, é diretamente ligado à uma pessoa. Quem é amigo, sustenta uma relação com alguém. Ainda não tive uma amiga torneira, loja ou mesa. Logo, perfis do Facebook são para pessoas!

Visto isso, empresas no Facebook: FanPage ou perfil?

Resposta: FanPage!

#das limitações

Um perfil de um usuário o Facebook permite ter ‘apenas’ 5 mil amigos. Ou seja, quando a empresa chegar a esse número se vai fazer o quê? Sair criando outros milhares de perfis, que provavelmente vão ter as mesmas pessoas?

Se a marca tem uma página, o problema não existe. A relação marca/usuário não é de amizade, mas de ‘admiração’. O usuário curte a sua marca, produto, etc. A FanPage vai poder receber infinitos curtir, até se tornar um Guaraná Antarctica da vida.

Imaginem vocês, quantos perfis o Guaraná, por exemplo, precisaria ter para aglutinar todos os diferentes 5 milhões de fãs?!

Pensando mais um pouquinho no exemplo da marca de refrigerante, quão não seria o trabalho de aceitar manualmente os 5 milhões de amigos?

Com a FanPage, o usuário que deseja ter alguma relação com a marca não precisa esperar o seu “aceitar”, ele poderá curtir a marca independente de alguma ação do social media.

#dos insights

No final, o que todo mundo quer são gráficos com as linhas subindo e subindo e subindo. Como mesmo se teria um relatório digno usando um perfil, já que não se consegue ter com facilidade o controle das interações (curtir, visualizações, etc)?

Na FanPage as coisas mudam de figura. Como elas nasceram institucionais, o próprio Facebook te dá os relatórios por meio do Insights. E fica por sua conta a interpretação dos dados.

#das promoções e eventos

As FanPages também promovem eventos. E se o problema é divulgação, o Facebook têm programas de venda de anúncios para páginas. Ou seja, caso queira divulgar alguma ação ou simplesmente a própria página, tem recursos prontos para fazê-lo e avaliá-lo.

Para as promoções, existem os aplicativos, que além das promoções pode agregar outras funções, como ajudar a levar leitores para a sua página principal publicando as atualizações!

Além disso, é possível criar o seu próprio aplicativo e agregar ainda mais à experiência do usuário. Claro, isso depende de planejamento e orçamento. As grandes marcas são rainhas nesse quesito de criação de aplicativos. A Ambev volta e meia cria um para alguns de seus produtos. Continuando com o exemplo do Guaraná Antarctica, a marca lançou recentemente um aplicativo, que o blog inclusive publicou sobre.

#das atualizações e gerenciamento

Para piorar tudo, mais ainda, o social media será obrigado a compartilhar a senha com o coleguinha que ajuda no trabalho de mídias sociais.

Com a FanPage, não precisa disso, pois é possível acrescentar administradores à página. Assim, toda a equipe terá autonomia para atualizar e gerenciar a página.

O fato de ter uma FanPage não anula a possibilidade que quem curte a página de  publicar fotos, textos e vídeos. Isso pode ser feito sem limitações naquele espaço, que é de todos.

Depois de todas as justificativas e comparações, o que é melhor?

Search Masters Brasil

Trazer inteligência, inovação e liderança à indústria de Internet, especialmente em tudo que envolve Search.

E mais uma vez, lá vou eu em busca de conhecimento e novas experiências. Agora, meu destino será a cidade do Rio de Janeiro, onde, nos dia 09 e 10 de agosto, acontece o Search Masters Brasil.

O evento, que vai abordar temas relacionados ao mercado de Search (SEO, SEM, Analytics, Social Media, estratégias digitais, entre outros), é voltado, principalmente, a profissionais, entusiastas, estudantes e empresários que desejam investir em marketing digital.

Em sua primeira edição, o Search Masters Brasil contará com profissionais conhecidos do mercado, como Martha Gabriel, Patrícia Moura e Fábio Ricotta.

As inscrições podem ser feitas online, no site do evento, que ainda disponibiliza aos participantes informações sobre hospedagem, transporte, alimentação e outras dúvidas sobre o local.

O Search Masters Brasil vai ocorrer das 9h às 18h, no Centro de Convenções da FIRJAN, no Centro do Rio de Janeiro.

#investimento

O valor da inscrição é de R$349,00. Entretanto, os apoiadores estão disponibilizando cupons desconto de 15% sobre o preço do ingresso, que reduz o custo para R$296,65.

#programação

A programação do evento foi divulgada e está disponível no site do evento.